Negociador usa plataforma de redes sociais

Lançado em 2008 na Califórnia, o site de aluguel de imóveis por temporada Airbnb (www.airbnb.com.br) chegou ao País em abril com um modelo diferente de ofertas de lugares para viajantes ficarem no mundo: é preciso criar um perfil, como em uma rede social, e entrar em contato diretamente com o anfitrião, que vai sendo avaliado por quem já se hospedou. É possível alugar de um quarto - com o dono da casa no cômodo ao lado - a um apartamento inteiro.

O Estado de S.Paulo

16 de dezembro de 2012 | 02h05

"O anfitrião hospeda da maneira que convém. E a curadoria dos imóveis acaba se dando pelos próprios usuários do site. Também não interferimos no preço, apenas o sugerimos de acordo com o mercado. A moeda maior de um anfitrião é a sua credibilidade na rede", explica Stefan Schimenes, gerente-geral da Airbnb no Brasil.

São Paulo tem cerca de mil anfitriões e o Rio, 2,6 mil. Já é metade do total de acomodações disponíveis no site no Brasil inteiro. "Cerca de 80% dos hóspedes são estrangeiros. Mas o público local está se consolidando com gente de São Paulo, Rio e Florianópolis", diz Stefan.

Uma das anfitriãs é a advogada carioca Elen Gomes, de 34 anos, que aluga seu apartamento no bairro do Flamengo por U$ 78 (R$ 162) para até quatro pessoas.

"Fico amiga, adiciono no Facebook, dou todas as dicas do Rio. Vem dois casais do Sul para a minha casa no réveillon. Enquanto isso, vou para Buenos Aires no mesmo esquema", conta. / N.C

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