Neblina complica visibilidade em aeroportos e rodovias de SP

Aeroportos da capital paulista operam por instrumentos e registram nove cancelamentos e cinco voos atrasados

Gheisa Lessa, O Estado de S.Paulo

31 Julho 2012 | 10h34

SÃO PAULO - Em função da neblina que atinge São Paulo na manhã desta terça-feira, 31, os aeroportos operam por instrumentos, mas sem atrasos ou cancelamentos por causa das complicações climáticas. O céu da capital paulista amanheceu encoberto, além de apresentar garoa fina e névoa úmida, fator que, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), reduz a visibilidade nos aeroportos e rodovias.

O Sistema Anchieta/Imigrantes, administrado pela concessionária Ecovias, opera em sistema comboio desde as 7h30 desta terça. Os motoristas que utilizam as vias no sentido litoral enfrentam baixa visibilidade. O tráfego é represado nas praças de pedágio do km 31 e do km 32 para que, em cada meia hora, grupos de 500 veículos sigam caminho escoltados por viaturas da concessionária e da Polícia Militar Rodoviária.

A Rodovia Cônego D. Rangoni tem tráfego lento do km 265 ao Km 262, sentido Guarujá, altura do acesso a empresas, por excesso de veículos comerciais. A Ecovias afirma que o conjunto de rodovias do sistema opera em esquema normal 5x5, em que a descida é feita pelas sul da Imigrantes e norte da Anchieta. Para a subida da serra, o motorista utiliza apenas a pista norte da Imigrantes.

Aeroportos. O Aeroporto Internacional de Guarulhos opera por instrumentos para pousos e partidas desde a 0h desta terça, de acordo com a Infraero. Até as 10h, foram registradas 83 decolagens, além de três cancelamentos e um voo atrasado.

O Aeroporto de Congonhas também funciona por instrumentos tanto para as aterrissagens quanto para as decolagens, desde o horário de início das operações, às 6h desta terça. De acordo com a Infraero, há quatro voos atrasados e seis foram cancelados.

O CGE destaca que o tempo segue fechado ao longo do dia e, por conta disso, a temperatura máxima não supera os 20ºC. O vento úmido que sopra do mar em direção a faixa leste do Estado aumenta a sensação de frio para os paulistanos.

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