André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

Não tem mais nenhum risco de rodízio em São Paulo, diz Alckmin

Acompanhado de parlamentares aliados, governador afirma que previsão é de seca menos rigorosa e que 'ninguém ficou sem água'

Daiene Cardoso, O Estado de S. Paulo

08 Julho 2015 | 10h58

BRASÍLIA - Durante audiência da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado sobre os desafios da crise hídrica, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que a previsão para o Estado é de um período de seca menos rigoroso. "Não tem mais nenhum risco em termos de rodízio", declarou.

Acompanhado por parlamentares aliados, o governador fez um balanço sobre o período mais duro da seca em São Paulo - considerada a maior do último século - e como o governo enfrentou a crise nos principais reservatórios da região metropolitana.

O tucano destacou a colaboração de 83% da população na economia de água e o fato de a indústria começar a utilizar água de reúso. 

Aos senadores e deputados, Alckmin defendeu a transposição e a interligação de bacias. São Paulo, segundo ele, está investindo na transposição do Alto Tietê. O governador também destacou a assessoria do governo japonês no trabalho de redução de perdas do sistema de abastecimento e disse que a implantação de 1.600 válvulas redutoras de pressão amenizaram os efeitos crise hídrica.

"Ninguém ficou sem água", disse Alckmin.

A audiência reúne em Brasília autoridades e entidades da área de saneamento básico. O diretor do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), Walter Gomes, lamentou que investimentos em água para irrigação estão sendo cortados para abastecer a população no Nordeste e que os açudes da região terão dificuldades para chegar a 2016. "Cada dia é uma dificuldade maior", afirmou. 

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