'Nada está descartado', diz Alckmin sobre abordagem criminosa a filho e neta

Carro em que o Tomaz Alckmin estava foi cercado e bandidos fugiram após tiros da segurança, na noite de domingo

Fábio Leite, Gabriela Lara e Pedro Venceslau, O Estado de S. Paulo

04 Fevereiro 2014 | 12h43

SÃO PAULO - O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 4, que nenhuma hipótese envolvendo a abordagem criminosa ao carro de seu filho, no domingo, 2, foi desconsiderada. "A Secretaria de Segurança Pública está investigando todas as hipóteses, nada está descartado", disse, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Alckmin disse que o sentimento agora "é de preocupação", mas não revelou se serão adotadas novas medidas de segurança no Palácio. "Nós confiamos no trabalho da polícia. Esta é uma guerra que devemos vencer todo o dia, e o governo não se intimida por ação criminosa."

Segundo o governador, são consideradas tanto a hipótese de tentativa aleatória de roubo de carro como uma ação deliberada, feita por criminosos que sabiam que se tratava da família do governador. "É preciso aguardar a investigação."

O crime. Alckmin contou que seu filho, Tomaz, estava dirigindo, levando a filha no banco de trás, quando foi interceptado por pessoas armadas. "A segurança reagiu e eles fugiram", contou o governador. O incidente ocorreu no último domingo em frente ao Clube Paineiras, na Avenida Professor Alcebíades Delamare, zona sul de São Paulo.

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