Na sé, ruas e ônibus lotaram

Eram 21 horas e as ruas do centro ainda estavam totalmente travadas. Centenas de trabalhadores se apinhavam nos pontos de ônibus e nas estações de metrô. Era impossível achar táxis. Na Praça da Sé, passageiros desciam dos ônibus e seguiam a pé. "Vou esperar aqui, tomar um lanche, terminar de ler o livro, não vou me estressar. Moro na Vila Matilde (zona leste) e até lá vou levar umas duas horas dentro do ônibus", calculava o auxiliar de administração Josué Fernandes, de 36 anos.

Diego Zanchetta, O Estado de S.Paulo

01 Março 2011 | 00h00

"A cada ano que passa, a cidade torna a nossa vida cada vez mais insuportável", desabafava Marco Belmonte, advogado de 37 anos que trabalha na Liberdade. "Moro aqui do lado, na Vila Mariana, e não consigo chegar em casa."

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