Na missa, d. Orani lembra Candelária e boate Kiss

"Celebro essa missa em intenção de todos os jovens do mundo", anunciou o arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, ao abrir oficialmente ontem à noite a Jornada Mundial da Juventude para um público estimado entre 500 mil e 600 mil pessoas.

José Maria Mayrink, enviado especial ao Rio, O Estado de S.Paulo

24 Julho 2013 | 02h00

Em seguida, d. Orani enumerou os jovens que mais entravam em sua lembrança, das vítimas dos massacres da Candelária e de Vigário Geral, no Rio, a todos os jovens perseguidos, os exterminados pelo vício e pela exclusão, os sem pátria e os marginalizados pela vida. E foi aplaudido ao lembrar os 242 mortos no incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), em janeiro.

Grande parte da homilia, que destacou a vocação missionária, serviu para dar boas-vindas aos participantes da JMJ, mais de 350 mil. "Esta Cidade Maravilhosa tornou-se mais bela com a presença de vocês e vocês estão fazendo parte de nossas famílias", afirmou o arcebispo do Rio. "O mundo necessita de jovens como vocês", continuou, acrescentando que "este mar, a areia, a praia e a multidão fazem lembrar o chamado que Jesus Cristo fez a Mateus".

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