'Na dúvida, eles consideram que a pessoa é traficante'

A defensora pública Virgínia Catelan trabalha no Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária e conhece as dificuldades e os desafios para conseguir relaxar a prisão depois de flagrantes de droga. "Não consegui soltar uma pessoa que estava com 1,7 grama de droga, o que é uma quantidade muito pequena", conta. Segundo Virgínia, as decisões costumam ser tomadas só com base na droga apreendida e testemunhos do PM. Raramente existem testemunhas. Não é analisado se a pessoa vendia droga no momento do flagrante e não são trazidos consumidores. "Na dúvida, considera-se que a pessoa é traficante e se mantém a prisão." / B.P.M.

O Estado de S.Paulo

17 Dezembro 2011 | 03h04

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