Na capital, remédio é grátis mesmo com receita particular

A Prefeitura já fornece o remédio indicado para tratar H1N1 a pacientes diagnosticados por médicos particulares ou de convênios. São 235 postos espalhados na cidade, que já registrou 30 óbitos - a maioria na zona sul.

O Estado de S.Paulo

22 Maio 2013 | 02h00

Segundo a coordenadora do Centro de Controle de Doenças, Rosa Nakazaki, apesar de o registro de mortes ter crescido 233% - foram nove no ano passado -, a situação está sob controle.

A infectologista Nancy Bellei, da Unifesp, diz que a diferença deste ano para o passado é que a epidemia adiantou. "Normalmente, esperamos os primeiros casos para fim de maio, com pico em junho, julho. Mas tivemos casos já em abril." / ADRIANA FERRAZ e GIOVANA GIRARDI

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