Na capital, muitos clubes tiveram origem em colônias

Clubes no formato dos brasileiros têm origem inglesa. Seriam uma espécie de Country Club, mas instalados no centro das cidades. Muitos nasceram de colônias, como o Palmeiras (antigo Palestra Italia), dos italianos, o Pinheiros (ex-Germania), dos alemães, o Monte Líbano e o Sírio, dos árabes, e A Hebraica, da comunidade judaica.

Gustavo Chacra, O Estado de S.Paulo

01 Maio 2011 | 00h00

Já os clubes de bairro, como o Juventus, da Mooca, têm semelhanças com instituições de Buenos Aires. Nessa área, há até parcerias Brasil-Argentina: sócios do Paulistano podem frequentar, por exemplo, as sedes do Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires, com quadras de pelota basca.

Em Nova York, apesar de haver dezenas de clubes sociais, poucos possuem instalações esportivas. São entidades com salões, bibliotecas, bares e, no máximo, uma quadra de squash ou sala de musculação. Os esportes são praticados em academias, universidades, parques ou instituições como a Associação Cristã de Moços (ACM). Um dos poucos que têm esporte e áreas sociais é o New York Athletic Club, perto do Central Park.

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