Na campanha dos Correios, qualquer um pode ser Papai Noel

A partir de amanhã, os Correios vão dar a oportunidade para qualquer um ser Papai Noel ou ajudante. Há mais de 20 anos, a estatal realiza uma campanha solidária em que procura responder às cartas de crianças que escrevem ao bom velhinho e atender aos pedidos de presentes de algumas delas. Neste ano, a empresa também vai inaugurar uma Casa do Papai Noel, na sede da Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo.

O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2011 | 03h06

No ano passado, foram postadas em todo o País 1.239.084 de cartas destinadas ao Papai Noel nos Correios. Desse total, foram entregues por meio da campanha 685.698 presentes. Desde 2010 a estatal também tem parcerias com escolas públicas, creches e abrigos que atendem crianças em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é desenvolver a habilidade da redação de carta e mostrar como endereçar e usar o CEP e o selo postal adequadamente.

Como participar. Interessados na campanha deste ano podem participar de duas formas: como ajudantes ou padrinhos. Os ajudantes de Papai Noel são as pessoas interessadas em participar da leitura de cartas. Ler, cadastrar informações e separar são as principais atividades desenvolvidas nessa etapa. Já os padrinhos são aqueles que "adotam" uma cartinha, providenciando o presente solicitado pela criança.

O apadrinhamento de cartas é feito da mesma maneira em todo o Brasil: as cartas enviadas pelas crianças são lidas e passam por uma triagem feita pelos ajudantes - contando ainda com o apoio de 110 mil funcionários da estatal. Em seguida, os pedidos são colocados para adoção na casa do Papai Noel ou em outras unidades dos Correios.

Os presentes podem ser entregues pelos padrinhos nos pontos divulgados pelos Correios para que posteriormente a entrega seja feita pela Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).

Não é permitida a entrega direta do presente e, para assegurar que a regra seja cumprida, o endereço da criança não é informado ao padrinho.

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