Na bagagem, um relógio para a mulher

''Bomba'', massagista do Comercial, que visitou São Paulo pela primeira vez

Paulo Saldaña, O Estado de S.Paulo

06 Março 2011 | 00h00

A Copa do Brasil é o caminho mais curto para a Libertadores da América, dizem os cronistas esportivos. Mas, para metade dos jogadores do Comercial de Piauí, foi a chance de viajar pela primeira vez à cidade de São Paulo. O time jogou contra o Palmeiras na quarta-feira. Perdeu por 5 a 1 e foi desclassificado. Para os que nunca tinham estado na cidade, valeu a viagem. Caso do massagista Daniel "Bomba" de Souza Araújo - famoso pelas cambalhotas no campo.

"Conheci a Avenida Paulista e o centro da cidade. O que mais me impressionou foi o clima maluco", disse ele. "As pessoas são muito educadas, fomos muito bem recebidos."

Bomba tem 36 anos. Nasceu em Altos, no Piauí, mas foi criado em Campo Maior, cidade do Comercial. Apesar disso, seu time do coração é aqui da capital paulista. É corintiano. "Queria ter ido no Centro de Treinamento do Corinthians, mas não deu tempo."

O massagista trouxe para São Paulo a cambalhota que o fez famoso - e rendeu até aumento de salário. Ele não revela quanto.

"Queriam que eu fizesse no aeroporto, mas não fiz. Vai que eu me machuco naquele chão duro." Levou daqui um tênis Nike e um "lindo relógio" para a mulher.

Na sequência, Bomba viaja para o Maranhão. "Eu já era famoso no Maranhão, Piauí e Ceará. Agora sou também em São Paulo."

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