Nº de acidentes em SP cai, mas ainda é considerado alto

Desde 1995, quando o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) passou a apurar o número de mortes de profissionais em serviço, tem ocorrido drástica redução nos acidentes fatais no setor no Estado. Daquele ano para cá, 695 pessoas morreram. Entre janeiro e julho deste ano, foram nove.

William Cardoso, O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2011 | 00h00

Em 1995, houve 138 mortos. No ano passado, seis. O presidente do Sintracon-SP, Antonio de Sousa Ramalho, diz que os números ainda são elevados. "Em pleno século 21, não deveríamos ter nenhuma morte. Acidente não é fatalidade. É falta de segurança, do trabalhador ou da empresa."

João Donizeti Scaboli, secretário da Força Sindical, diz que a construção civil é justamente o setor em que mais acontecem acidentes.

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