Museus vendem de livros a joias

As lojas de museus viraram um opção para quem gosta de design, arte e cultura. Há de tudo um pouco. A do Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, tem, por exemplo, uma completa linha de papelaria. E isso quer dizer que até um bloco de papel pode ter um design especial, divertido. Além dos objetos assinados, o museu vende uma linha própria, identificada com suas iniciais.

Valéria França, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2010 | 00h00

As grandes estrelas destas lojas são as bijuterias e semijoias. E isso não acontece só na unidade do MAM. Na butique do Instituto Tomie Ohtake, anéis de prata com desenho exclusivo, que custam cerca de R$ 150, fazem muito sucesso. Ali também há uma linha mais cara, de R$ 500 em média, de colares que misturam diferentes tipos de metais. Tudo assinado por designers colaboradores do museus. Outro atrativo é a echarpe de Renata Meireles, feita em seda sintética e recortada a laser, dando o efeito de renda ao tecido.

Já o Masp (Museu de Arte de São Paulo) tem uma boa oferta de livros de pintores clássicos, muitos deles com obras expostas no próprio museu, como Picasso.

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