''Museus de SP são de nível internacional''

George Preston, Crítico de arte e professor da City University of New York

Rodrigo Burgarelli, O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2010 | 00h00

O professor americano George Preston esteve em São Paulo há duas semanas, mas não pela primeira vez. Ele vem para a metrópole desde a década de 1980, como palestrante e curador de várias exposições. Na última visita, Preston ministrou um debate sobre a exposição do artista paulistano Duda Penteado no Sesc Pinheiros. Preston aproveitou a ocasião para ir a seus museus favoritos e se impressionou com a infraestrutura da rede Sesc.

Qualidade. Para o americano, os museus paulistanos não deixam nada a dever para qualquer outro museu no mundo. Mas ele reconhece que a grande maioria tem pouquíssimo apelo para atrair público. A raiz desse problema, em sua opinião, está na hierarquia do valor dos objetos de arte. "Existe um movimento mundial de reconsiderar a máxima de que a pintura e a escultura são o topo da arte e São Paulo também tem de participar disso."

Favoritos. Questionado sobre quais são seus museus paulistanos prediletos, Preston não tem dúvida: a Pinacoteca do Estado e o Museu Afro Brasil. Desta vez, porém, o local que mais lhe chamou a atenção foi o Sesc Pinheiros. "Toda a rede Sesc é incrível. São lugares que não parecem museus tradicionais, mas têm tudo o que é necessário para abrigar grandes exposições."

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