Divulgação/Prefeitura de São Paulo
Divulgação/Prefeitura de São Paulo

Muros da Catedral da Sé amanhecem pichados

Agentes da Prefeitura de São Paulo limparam as paredes na manhã deste domingo com jatos d'água de mangueira

O Estado de S.Paulo

21 de outubro de 2018 | 17h36

Os muros da Catedral da Sé, no centro de São Paulo, foram pichados na madrugada deste sábado, 20, para domingo, 21. Agentes da Prefeitura de São Paulo limparam as paredes na manhã deste domingo com jatos d'água de mangueira. 

Segundo a Prefeitura, o local teria sido vandalizado após a dispersão de uma manifestação na região na noite deste sábado. As inscrições foram apagadas entre 7 horas e 10 horas deste domingo com uma mangueira.

Em janeiro do ano passado, a praça da Catedral da Sé também foi palco de protestos. Um manifestante foi detido após pintar de vermelho uma estátua do apóstolo Paulo. 

A fachada do Pátio do Colégio, no Centro Histórico de São Paulo, teve grades instaladas no entorno como medida de proteção após as paredes amanhecerem pichadas no dia 10 de abril.

Três pessoas teriam participado da pichação. Duas foram identificadas. Um deles, João Luís Prado Simões França, de 33 anos, é considerado o líder do grupo pela polícia e confessou ter participado de outros atos na cidade, como as pichações no Monumento às Bandeiras e na estátua do Borba Gato, em 2016, e o Estádio do Morumbi, em 2017. Ele é conhecido no meio pelo apelido “Mia”.

Tanto França quanto a fotógrafa Isabela Tellerman Viana, de 23 anos, confessaram a participação no crime após serem detidos.


 

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