Sebastião Moreira/ EFE
Sebastião Moreira/ EFE

Multas do Procon-SP a estabelecimentos chegam a R$ 28,5 milhões durante a pandemia

Aproximadamente 5 mil farmácias, supermercados, hipermercados e outros pontos comerciais da capital paulista e interior de São Paulo foram alvos de fiscalização

Redação, O Estado de S.Paulo

02 de setembro de 2020 | 13h36

SÃO PAULO - Durante o período da pandemia, o Procon-SP aplicou R$ 28,5 milhões em multas a fornecedores que cobravam preços abusivos de produtos e cometiam outras infrações ao Código de Defesa do Consumidor.

Segundo a entidade, na capital paulista, as multas somam quase R$ 5 milhões, enquanto no interior as penalizações chegaram a R$ 23,5 milhões.

Aproximadamente cinco mil farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos do comércio do Estado de São Paulo foram fiscalizados pelos agentes.

"Itens considerados essenciais, durante a pandemia, como álcool em gel, máscaras de proteção, alimentos, entre outros, não devem ter os seus preços elevados de forma injustificada", destacou, em nota.

Até 20 de agosto, foram registradas 7.600 reclamações, 8.300 denúncias nas redes sociais e 4.600 consultas e dúvidas sobre questões de consumo relacionadas à covid-19. A maior parte das reclamações é contra agências, que têm 3.986 registros, enquanto as companhias aéreas somam 1.726 queixas.

Para denunciar. O consumidor pode utilizar o site, o aplicativo e as redes sociais.

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