Mulher morre ao cair de tirolesa no interior de SP

A funcionária pública Maiza Aparecida Rodrigues Tavares, de 54 anos, morreu na tarde anteontem após cair de uma tirolesa em um sítio de turismo rural em Águas de Lindoia, no interior de São Paulo. O cabo de aço do equipamento rompeu.

TATIANA FÁVARO / CAMPINAS, O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2012 | 03h03

Segundo informações do Boletim de Ocorrência, pedaços do cabo de aço rompido foram apreendidos e encaminhados para a perícia. O caso foi registrado na Delegacia de Águas de Lindoia como morte suspeita.

Maiza passava o feriado prolongado na cidade com a família. O corpo da funcionária pública será enterrado no Cemitério da Penha, em São Paulo, na manhã de hoje.

Proprietário do sítio, o vereador de Águas de Lindoia Joel Raimundo de Souza (PDT) não falou com a imprensa na tarde de ontem, por "não estar em condições físicas", segundo informações de parentes.

Por meio de nota oficial assinada pelo advogado da família, Cristiano Scachetti Avancini, os proprietários afirmaram que o fato foi "uma grande fatalidade". A nota informa que Maiza usava todos os equipamentos de segurança exigidos para o uso da tirolesa e morreu após o cabo de aço romper e ela cair. Nem a polícia nem a família souberam informar a altura da qual Maiza caiu.

Segundo Avancini, a vítima, retirada do local sem vida, foi levada ao Instituto Médico-Legal (IML) de Bragança Paulista, a cerca de 70 km de Águas de Lindoia. O sítio foi isolado até a chegada da polícia, mas foi liberado posteriormente. O advogado esclareceu ainda que, em luto, os proprietários do sítio estão em contato com a família da vítima e prestam o auxílio necessário.

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