Muita fumaça pra nada!

É o amor!

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

21 de agosto de 2012 | 03h05

Sabe Deus o que Julian Assange andou fazendo nesses últimos 2 meses de reclusão na Embaixada do Equador em Londres para reaparecer tão bem disposto no domingo. Além de corado e em boa forma física, o fundador do site WikiLeaks estava bem arrumado, barbeado e com novo corte de cabelo. Coisa de homem apaixonado!

Vai piorar

Se você não aguenta mais assistir à transmissão ao vivo da leitura do voto do ministro Joaquim Barbosa nos canais por assinatura, calma! Começa hoje o horário político na TV aberta!

Costeando alambrado

O ministro Brizola Neto, do Trabalho, tem passado os dias praticamente trancado em seu gabinete. Das duas, uma: ou aderiu escondido à greve dos servidores federais ou, como dizia seu avô, está "costeando o alambrado" do governo.

Data venia

Tem gente no STF convencida de que a melhor coisa até agora no julgamento do mensalão é a advogada Maíra Salomi, de 28 anos, da equipe de Márcio Thomaz Bastos. Toda vez que ela cochicha no ouvido do chefe no tribunal, os estagiários de Direito suspiram de inveja.

Só dá bandeira

Do jeito que circula de mão em mão pelo Rio, a bandeira olímpica não vai chegar a 2016. Um amigo carioca da coluna jura que a viu madrugada dessas numa mesa do Sushi Leblon.

Woman no cry

Nem tudo está perdido! Foi para o vinagre o casamento rastafári de Isabeli Fontana com o filho de Bob Marley na Igreja Ortodoxa Etíope.

Pode até não ser o caso de Soninha Francine, mas a verdade é que esse negócio de ficar chamando maconheiro de "maconheiro", francamente, ofende! É como rotular deficiente visual de cego, cadeirante de aleijado, afrodescendente de preto, homossexual de bicha, loura de burra, Lula de cachaceiro...

O problema é que ainda não inventaram uma denominação politicamente correta para quem fuma maconha. Maconheiro, convenhamos, ainda é melhorzinho do que chincheiro ou puxador de fumo.

O próprio FHC disse certa vez que "chamar estudante da USP de maconheiro é um absurdo", mas também não inventou forma mais apropriada de tratamento.

Quem sabe "cannabis-afetivo" ou "herbóreodependente", sei lá, qualquer coisa soará menos hostil do que as designações vigentes para 1,5 milhão de brasileiros que fumam maconha todo dia, segundo cálculos recentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Se nenhum maconheiro gosta de ser chamado de maconheiro, imagina a Soninha, que nem se lembra mais de quando parou de fumar! Prova maior de sua longa abstinência ela dá processando Levy Fidelix pela injúria de chamá-la de "maconheira". Tem coisa mais careta do que levar a sério o "homem do aerotrem"?

Carrinho por trás

De Neymar, comentando o acidente com o caminhão desgovernado que invadiu uma praça e derrubou a estátua de Pelé, em Santos: "Se fosse a minha estátua, iam dizer que me joguei!"

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