Mudanças nas vias

A CET fez modificações na Rua Vergueiro, entre as Estações Vila Mariana e Paraíso do Metrô. Foi boa a proibição de retorno à esquerda, no sentido Vila Mariana-Avenida Paulista, na Rua Eça de Queiroz. Mas não deveria ter sido proibida a conversão à direita na Rua Vergueiro para quem sobe a Rua Joaquim Távora (sentido Aclimação-Vila Mariana). Em casos em que duas vias de mão dupla se cruzam, é admissível que não se possa virar à esquerda, porém por que no caso de uma de mão simples e outra de mão dupla não poder virar à direita? Quem sobe a Av. Brigadeiro Luís Antônio (sentido bairro), ao chegar na altura da Rua Aguiar de Barros, não pode seguir em frente - só de ônibus. Os motoristas têm de virar à direita na Rua Aguiar de Barros e dar a volta ou ir pelas Ruas Francisca Miquelina ou Santo Amaro para só atingir a mão dupla depois da Praça Pérola Byington. O que isso melhora no trânsito?

, O Estado de S.Paulo

12 de maio de 2010 | 00h00

LUCAS RODRIGUES LIMA / SÃO PAULO

Adele Nabhan, da CET, responde que a existência da faixa exclusiva de ônibus no contrafluxo na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, entre as Ruas Aguiar de Barros e Jaceguai, se deve às características físicas da via e da demanda de trânsito, maior na Rua Jaceguai. Se fosse adotada a mudança proposta, aumentaria o número de veículos no cruzamento com a Rua Aguiar de Barros - aumentando as filas de carros no semáforo e prejudicando o transporte coletivo.

O leitor comenta: Seria justificável se fosse uma extensão de contramão com 200 ou 300 metros entre as Ruas Aguiar de Barros e Jaceguai! Isso ocorre também no cruzamento da Rua Joaquim Távora, com conversão à direita na Rua Vergueiro.

DENGUE

Abandono

Da sacada do meu apartamento na Rua Manoel da Nóbrega vejo todo o complexo esportivo do Ibirapuera e o que me incomoda é o fato de o telhado do prédio da Rua Abílio Soares ter se tornado uma gigantesca piscina de água de chuva, contribuindo para o aumento do mosquito da dengue. Inconformada, enviei e-mails para a ouvidoria da Prefeitura e do governo do Estado, mas nada foi feito. A água continua lá. Acredito que, pelo investimento que o Estado faz em campanhas publicitárias contra o mosquito da dengue, ele deveria ser o primeiro a seguir as recomendações para evitar a proliferação do mosquito. O Ginásio do Ibirapuera anda à mercê da própria sorte! O armazenamento de água da chuva no telhado de um dos prédios se tornou caso de saúde pública!

EDNA ZOCCHIO / SÃO PAULO

A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), da Secretaria Municipal da Saúde, esclarece que o Ginásio Mauro Pinheiro é cadastrado como Imóvel Especial para ações de vistoria desde 2005. No dia 4/5 a equipe da Covisa esteve no local para ação de rotina e orientação sobre o controle da Dengue, com entrega de folhetos e cartazes de orientações diversas. O órgão informa que o telhado da propriedade é clorado quinzenalmente e não foram encontradas larvas durante a última visita.

A leitora diz: Fico feliz em saber que toda aquela água de chuva represada na laje do prédio é tratada! Também fico feliz em saber que nossos governantes sabem como investir bem o dinheiro público. Em vez de providenciar o desentupimento dos canos para fazer escoar a água da chuva, eles tratam a água parada! E as consequências, tais como bolor, umidade nas paredes e na parte interna do teto, também são tratadas regularmente?

Enquanto a cidade se mobiliza para combater a dengue, virando garrafas de boca para baixo, jogando areia nos pratos dos vasos, cobrindo caixas d"água, o parque aquático na Rua Manoel da Nóbrega mantém semivazia, para gáudio dos mosquitos, uma bela piscina olímpica!

LÚCIO MAZZA / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Saúde não respondeu.

COMEMORAÇÃO

Fim da Lei do Silêncio?

No domingo, dia 9/5, minha família e eu fomos presenteados com a missa-show para o dia das mães, realizada na Av. Robert Kennedy, altura do 2.800, na Represa de Guarapiranga. Testes de som foram feitos no sábado até a meia-noite e no início do show, às 5 horas. Quem autorizou esse absurdo, e a Lei do Silêncio?

LUIZ R. DOS REIS CARDOSO

/SÃO PAULO

No dia das mães me vi pulando da cama às 5 horas com o padre Marcelo Rossi cantando no meu ouvido. Não me assustei, pois, na madrugada inteira, estavam fazendo passagem de som. Não entendo mais o que pode ou não fazer. Ou melhor, quem pode e quem não pode!

ELISA MARIA MELO / SÃO PAULO

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