Mudança da guarda ficou só no papel

A ideia seguia o exemplo de Londres, onde há a tradicional troca da Guarda da Rainha na frente do Palácio de Buckingham, residência oficial da monarca. Em 2001, o então responsável pela Recuperação de Bens Culturais do Estado, Emanuel Von Lauenstein Massarani, afirmou ao Estado que a Guarda Civil Metropolitana (GCM), a Polícia Militar e integrantes das Forças Armadas passariam a participar de cerimônia cívica no Monumento da Independência durante a mudança de turno.

O Estado de S.Paulo

02 de fevereiro de 2012 | 03h02

O projeto surgiu após pedidos da população do Ipiranga a parlamentares. No entanto, de acordo com a assessoria de Imprensa do Museu Paulista, a cerimônia nunca chegou a acontecer. Na última gestão de Jânio Quadros, de 1986 a 1989, chegou a ser destacado um grupo da GCM para prestar segurança exclusiva ao Parque da Independência. Hoje, apesar da presença de guardas no local, a base que existia foi retirada.

Atualmente, a cada 90 dias, ocorre outra cerimônia no parque: a de troca e hasteamento da bandeira, organizada pelo Movimento Cívico da Associação Comercial. "A cada troca, a bandeira é doada por uma entidade diferente", explica o diretor da Distrital Ipiranga da Associação Comercial e integrante do Conselho Gestor do parque, Ademir Gatti. Segundo ele, o próximo evento será às 9h do dia 24 de março. /ARTUR RODRIGUES

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.