MP prende suspeitos de planejar ataques à PM em Campinas

Na casa de um dos presos foi encontrada uma lista com os nomes das 12 vítimas das chacinas

Ricardo Brandt, O Estado de S. Paulo

27 de janeiro de 2014 | 15h33

CAMPINAS - O Ministério Público, com apoio da Polícia Militar, prendeu nesta segunda-feira, 27, pelo menos quatro acusados de planejar um suposto atentado contra policiais militares, em reação aos 12 assassinatos em série ocorridos em uma mesma região da periferia de Campinas, nos dias 12 e 13. As chacinas são investigadas como uma reação de PMs, após a morte de um colega de corporação que estava de folga durante um assalto, em um posto na área do Ouro Verde, horas antes.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga membros do PCC na região de Campinas, interceptou conversas telefônicas entre criminosos e chegou ao suposto plano. Na casa de um dos presos foi encontrada nesta segunda-feira, 27, uma lista com os nomes das 12 vítimas das chacinas.

A operação foi deflagrada pela manhã. Os presos foram levados para duas delegacias de Campinas e também em Paulínia.

Na sexta-feira, 24, a Polícia Civil, que investiga as chacinas, prendeu Gullit Fernandes de Oliveira, de 22 anos. Ele foi um dos dois criminosos que mataram o policiai militar Arides Luis dos Santos, de 44 anos, na tarde do dia 12. O crime aconteceu horas antes do início dos 12 assassinatos, com características de execução, em cinco pontos distintos da região do Ouro Verde, em um prazo de quatro horas.

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