Movimento de entregas cresce 30% em 5 anos

Pedir comida em casa está cada vez mais fácil. Muitos estabelecimentos investiram em aplicativos para smartphones, caso da Pizzaria Bráz e da Lanchonete da Cidade. Até o fim do mês, sai o aplicativo do Sassá Sushi, casa no Itaim-Bibi. Há ainda sites que reúnem serviços de vários estabelecimentos, como Restauranteweb, Disk Cook e EatClick, entre outros. Segundo o iFood, o movimento do delivery cresceu 30% nos últimos cinco anos.

/ V.F., O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2012 | 03h02

As novas ferramentas ajudam a fisgar o consumidor. "Só gosto de pedir comida pela internet. É mais fácil e rápido. Não tenho paciência de explicar pelo telefone o que eu quero. E o risco de o pedido chegar errado é bem menor", diz Charlô Whately, de 56 anos, dono de um bistrô nos Jardins que leva seu nome. "Além de tudo, os pedidos em casa são grandes." Apesar de morar sozinho, os dois irmãos dele são vizinhos de Charlô. "E cada um pede um prato."

Redes paulistanas também estão investindo no setor e expandindo o serviço para bairros ainda carentes nesse quesito. Com 20 lojas na cidade, a The Fifties vai implantar até o fim do ano delivery nas lojas da zona leste- região que concentra apenas 10% dos pedidos da cidade, segundo a iFood. Até agora, só as unidades mais centrais da The Fifties fazem entregas.

"Restaurantes sabem que o delivery é um bom negócio", diz Tatiana Lopes Diegas, de 31 anos, gerente de delivery da rede. "É um serviço que tem a capacidade de aumentar o potencial de atendimento do salão nos horários de maior movimento. Corresponde a 15% do faturamento da casa", explica. "Dá para dizer que é quase um lucro direto, porque os custos são muito mais baixos do que no salão."

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