Motorista de ônibus andou 1 km de ré

A manifestação causou transtorno a motoristas, passageiros e moradores. "Os caminhões à minha frente começaram a brecar e andar de ré. Olhei para frente e vi a fumaça. Então, acionei a ré e dirigi por quase 1 km", afirmou Luiz Carlos Morais, de 63 anos. O motorista de ônibus da linha 532 (Acácio-Tietê) disse que nem esperaram ele descer para atear fogo no veículo. "Perdi celular e documento."

Bruno Ribeiro, O Estado de S.Paulo

29 de outubro de 2013 | 02h01

O consultor de treinamento Rafael Tiago da Conceição, de 30 anos, que voltava de carro para Mairiporã, estava preocupado com assaltos. "Até tranquei o notebook no porta-malas. Não tem para onde escapar."

"Acho injusto parar uma rodovia para protestar contra a morte de um menino. Desse jeito, quem paga o pato é o motorista", reclamou o caminhoneiro Wanderley Antonine, de 41 anos, que havia saído do Parque Novo Mundo e esperava chegar às 22h em casa, em Limeira.

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