Morte no Hopi Hari: família pede R$ 4,6 mi

A família de Gabriella Nichimura, de 14 anos, que morreu ao cair do brinquedo La Tour Eiffel no Hopi Hari, em Vinhedo (SP), em 24 de fevereiro, entrou ontem na Justiça com pedido de indenização de R$ 4,6 milhões contra o parque e seus diretores por danos morais. O advogado Ademar Gomes pede ainda dois salários mínimos para cada um dos pais, retroativo à data do acidente até o dia em que Gabriela completaria 25 anos, por danos materiais.

RICARDO BRANDT, ESPECIAL PARA O ESTADO, CAMPINAS, O Estado de S.Paulo

06 Julho 2012 | 03h02

O Hopi Hari divulgou nota afirmando que "vai arcar com todas as suas responsabilidades". O parque diz ainda que "não tem conhecimento sobre eventual pedido formal de indenização apresentado pela família", mas que prestou toda a assistência.

O advogado da família afirmou que a prefeitura de Vinhedo também será acionada como responsável. Ele deve pedir R$ 1 milhão por omissão na fiscalização e por ser responsável pela concessão do alvará de funcionamento do parque. A prefeitura disse que desconhece o pedido, mas frisou que o acidente ocorreu em espaço privado.

Os cinco funcionários do Hopi Hari que trabalhavam no brinquedo admitiram à polícia saber do problema na cadeira usada pela jovem e disseram ter alertado os superiores. A Justiça aceitou, em maio, denúncia contra 12 pessoas acusadas de envolvimento no acidente.

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