Morte levou ao reforço da PM

A Polícia Militar tem ocupado o câmpus desde maio do ano passado, quando o universitário de Ciências Atuariais Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, foi morto durante uma tentativa de roubo a veículo na FEA.

O Estado de S.Paulo

05 Outubro 2012 | 03h02

Quatro meses depois, o reitor da USP, João Grandino Rodas, o secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, e o então comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, assinaram um convênio para assegurar a presença da tropa na Cidade Universitária. No mesmo acordo, ficou acertado que a USP fará a nova matriz curricular dos cursos de oficiais.

Mas a detenção de três alunos da Geografia, por fumar maconha no câmpus, provocou uma série de manifestações em outubro e novembro. Alunos chegaram a invadir a Reitoria, para cobrar a saída da corporação.

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