'Modelo pode levar a trauma social'

Para o promotor de Justiça Maurício Ribeiro Lopes, a Prefeitura poderá provocar um "trauma social" ao divulgar à população que a ordem de chegada não será usada como critério. "Será difícil explicar que o tempo de espera não significa nada", diz.

O Estado de S.Paulo

31 Janeiro 2015 | 02h03

Ao mesmo tempo, o promotor reconhece que o tema é complexo e qualquer regra pode parecer injusta. Para Lopes, só quando a Prefeitura produzir habitação popular em larga escala que os critérios passarão a ser aceitos mais facilmente pela população. "Quando a demanda é muito maior do que a oferta, a avaliação se determinado critério é justo ou não é subjetiva." / A.F.

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