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Modelo achada morta em rodovia usou álcool e antidepressivo, aponta laudo

Corpo de Aline Furlan foi encontrado perto do carro que ela dirigia, em uma ribanceira no interior de São Paulo

Ronaldo Faria, Especial para O Estado

18 Agosto 2016 | 19h29

A modelo Aline Furlan, de 28 anos, encontrada morta em um acidente de trânsito em 31 de julho, após ficar 17 dias desaparecida, ingeriu bebida alcoólica e uma substância presente em antidepressivos antes de dirigir. O laudo com o resultado foi entregue pelo Instituto Médico Legal (IML) à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba, no interior de São Paulo, nesta quarta-feira, 17. 

A substância Trazodona, que faz parte de remédios usados contra depressão, pode causa sonolência, tonturas, dores de cabeça e náuseas. A Polícia Civil, porém, ainda espera laudos da perícia para concluir se Aline perdeu o controle do veículo que dirigia, um Toyota Corolla, ou foi "fechada" por outro carro. 

A modelo desapareceu em 14 de julho, depois de sair de uma cachaçaria em Piracicaba e entrar no seu carro para voltar para casa, em Santa Bárbara d'Oeste, no interior de São Paulo. O carro foi encontrado em uma ribanceira perto do km 147 da Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), quase no limite entre Piracicaba e Santa Bárbara d'Oeste, por um morador de um sítio situado próximo ao local do acidente. 

O desaparecimento da modelo mobilizou a polícia da região. O corpo de Aline não estava afivelado ao cinto de segurança. 

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