Militares elogiam proposta, mas civis fazem críticas

As propostas do governo estadual não agradaram plenamente as categorias envolvidas. Para a presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo, Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, as mudanças são insuficientes e, na prática, não vão possibilitar ascensão mais rápida do que aquela que ocorre atualmente. "Já é normal conseguir chegar à segunda classe após 15 anos de carreira. Também pedimos 30 novas vagas na classe especial, não 20."

, O Estado de S.Paulo

15 Julho 2011 | 00h00

Segundo a presidente da associação, mais delegados deverão abandonar a carreira por falta de perspectivas profissionais. "Já perdemos um delegado a cada 15 dias. Deverá passar para um a cada cinco dias. Ainda vamos analisar melhor, mas a proposta é desestimulante", afirmou

O salário também continua sendo alvo de críticas entre os delegados, por se manter entre os cinco piores do País. Uma assembleia no início da noite de hoje deve definir se haverá greve da categoria.

Para o presidente da Associação de Cabos e Soldados do Estado de São Paulo, Wilson Morais, o aumento é razoável e corresponde a parte do que foi perdido nos últimos anos. "O governador visitou nossa entidade no ano passado e prometeu melhorias."

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