Metrô afirma que estuda sanções contra consórcio

Metrô afirma que estuda sanções contra consórcio

Obras da Linha 4-Amarela estão parcialmente paralisadas

Caio do Valle, O Estado de S. Paulo

29 Janeiro 2015 | 03h00

O Metrô informou, por meio de nota, que “já acionou o consórcio Corsán-Corviam por causa da redução do número de funcionários e do ritmo das obras da Linha 4-Amarela”. A companhia afirmou que “já iniciou os processos administrativos cabíveis contra o consórcio” e que estuda “outras sanções previstas em contrato, caso o ritmo das obras não seja retomado”.

A companhia divulgou ainda que notificou o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) e o Banco Mundial (BIRD), que financiam a obra, sobre a situação do empreendimento. O Metrô disse que os pagamentos que realiza “são referentes a serviços efetivamente executados pelo consórcio contratado por licitação” e que “os pagamentos das subcontratadas da obra não são de responsabilidade” sua.

Por sua vez, o consórcio Isolux-Corsán-Corviam afirmou, também em nota, que “vem fazendo grandes esforços para reajustar seu fluxo de pagamentos em virtude do desequilíbrio econômico financeiro das obras da Linha 4 do Metrô” e que isso foi criado “especialmente por atrasos na entrega e definição dos projetos executivos, por parte do Metrô”.

O consórcio disse ainda que, na Estação Fradique Coutinho, inaugurada em novembro, foram executados trabalhos “além do que havia sido contratado”. “Esses serviços foram detalhados em um relatório já entregue ao Metrô, que está dentro do período de análise. Os valores, assim que recebidos do Metrô, serão repassado às empreiteiras que o executaram”, afirmou em nota. 

Segundo o consórcio, “há morosidade de aprovação de novos serviços, cuja responsabilidade está fora do escopo do contrato inicial”. A Isolux-Corsán-Corviam informou também que, no momento, estão em andamento “frentes na Estação Vila Sônia, como o trecho 2 e o terminal de ônibus”.

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