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Menino morto em universidade é enterrado no interior de SP

Polícia não tem pistas do possível assassino; suspeito foi interrogado, mas, por ter álibi, acabou sendo liberado

Sandro Villar, especial para O Estado de S.Paulo

24 de abril de 2008 | 17h39

Um dia depois do crime, a polícia ainda não prendeu o assassino do garoto D. S. O., de 9 anos, morto na quarta-feira, 23, por um ladrão que arrombou sua casa no campus 2 da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). O menino recebeu duas facadas, uma no coração. Ele foi enterrado nesta quinta-feira, 24, no cemitério de Alfredo Marcondes, cidade próxima a Presidente Prudente. Um suspeito foi interrogado, mas tinha um álibi e acabou sendo liberado. "Ficamos convencidos de que ele não participou do crime. Ele foi visto bebendo nas proximidades, mas na hora do crime estava fazendo fisioterapia no campus 1", afirmou o delegado Antenor Pavarina, que investiga a morte de Danilo. Além do suspeito, mais de dez pessoas também foram ouvidas. "O ladrão, que aparentemente não roubou nada, foi surpreendido pelo garoto e, presumindo que seria reconhecido, deu dois golpes no peito de Danilo", disse o policial.  Danilo era filho único do casal Gilberto Alves de Oliveira e Rosimeire Augusta de Souza Oliveira, ambos funcionários da Unoeste. Ainda abalados, os pais só deverão ser ouvidos nesta sexta-feira, 25.

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