Médica oncologista completaria 29 anos ainda este mês

Lina é lembrada pelos amigos pela capacidade de aprender e ensinar com a mesma disposição

Viviane Kulczynski, do Estadão,

19 de julho de 2007 | 02h58

A médica oncologista Lina Barbosa Cassol completaria 29 anos ainda neste mês. Estava envolvida em dois grandes projetos: um de curta e outro de longa duração.   Veja também: Separado da família, advogado vê explosão Empresário paulistano competiu na S. Silvestre Morte de 4 da mesma família comove Birigüi Empresário queria abrir empresa em Angola Passageiro antecipa vôo e morre em acidente Irmãs queriam assistir a filme de Harry Potter Amazonense filho único vinha de curso no RS   O primeiro era passar o próximo ano inteiro nos Estados Unidos, para continuar suas pesquisas em câncer de mama, sob o respaldo e o patrocínio da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, segundo contou ao Estado o chefe do Serviço de Oncologia do Hospital de Clinicas de Porto Alegre, Sergio Jobim de Azevedo. Essa era a meta de curtíssima duração.   Natural de São Sepé , na região central do Rio Grande do Sul, Lina acabara de ficar noiva de um colega médico, com quem tinha planos a perder de vista. Projetos esses abortados na terça-feira, quando embarcou para São Paulo para uma de muitas viagens de estudo na área que escolheu.   Há quase quatro anos, ela estava à frente de pesquisas sobre câncer, egressa dos programas de residência em Medicina Interna e Oncologia do HC. "Ela era responsável pelas pesquisas com uma seriedade e responsabilidade irreparáveis", disse Azevedo.   Interessada na educação médica, tinha concluído recentemente seu mestrado na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (PUCRS). Pelos pacientes, colegas de trabalho e de estudos, que na quarta-feira à tarde celebraram uma missa no Campus Central da PUC-RS, é lembrada como uma pessoa agradável e comunicativa. Capaz de aprender e ensinar sempre com a mesma disposição.

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