Médica diz que não matou pacientes em UTI e que pode ser vítima de vingança

A médica Virgínia Soares de Souza, acusada de matar de 18 pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico em Curitiba, no Paraná, negou ontem que tenha matado os pacientes.

O Estado de S.Paulo

11 Março 2013 | 02h02

"Nunca fui negligente. Nada mais fiz do que exercer, com respeito aos pacientes, a medicina extensiva", disse a médica em entrevista ao Fantástico, da TV Globo. Virgínia afirmou que as testemunhas que a delataram à polícia não conhecem a rotina médica e sugeriu que é vítima de vingança de funcionários que foram demitidos.

Sobre uma gravação em que manda "desligar" um paciente, Virgínia alegou que se referia à medicação, e não ao respirador. O Ministério Público Federal decide hoje se apresenta denúncia contra a médica.

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