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É a economia, idiota!

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

06 de fevereiro de 2013 | 02h07

Para quem não é do ramo das finanças, lucro de R$ 21,18 bilhões (Petrobrás) ou de R$ 13,59 bilhões (Itaú) não chega a ser o fim do mundo, mas parece que é!

Imperdível!

Como se não bastasse o descanso da presidente Dilma em Salvador, o carnaval da Bahia terá neste ano o cantor sul-coreano Psy cantando Gangnam Style no trio elétrico da Claudia Leitte. Por essas e por outras, Caetano Veloso vai passar o reinado de momo no Recife!

Agenda positiva

Não havia nem água pra beber nos bares do Mineirão na reabertura do estádio ao público, no domingo passado, mas o torcedor precisa ter um pouco de paciência. Imagina-se que na Copa vá ter pelo menos cerveja para vender.

Deixa o cara!

O presidente Mahmoud Ahmadinejad quer se tornar "o primeiro astronauta do programa espacial iraniano". Tomara que os Estados Unidos não tenham nada contra!

Obituário

Zeca Pagodinho deu a notícia: "O carnaval morreu!" Tem vizinho do artista em Xerém botando a culpa nas enchentes do início de janeiro!

Só o que faltava!

A nova era Felipão está começando hoje, praticamente junto com o Ano da Serpente no horóscopo chinês. Já viu, né?

Para início de conversa, Henrique Eduardo - tal qual Otávio Carlos, Ricardo Alfredo, Roberto Joaquim ou Tiago Diego - é um nome duplo improvável como outro qualquer.

Em geral, o sujeito ou é Henrique ou Eduardo! Pode até ser Fernando Henrique, Cláudio Henrique, José Henrique, Carlos Eduardo, Eduardo Henrique, que seja, Henrique Eduardo é uma raridade.

Isso quer dizer o seguinte: se você também não consegue ligar com precisão o nome à pessoa do novo presidente da Câmara dos Deputados, relaxa, o problema pode não ser seu.

Alguém que está há 42 anos e 11 mandatos consecutivos no mesmo lugar, ainda mais sendo este lugar o PMDB, não tem jeito: por mais que a figura lhe seja "familiar", você nunca sabe exatamente quem é.

Na melhor das hipóteses, Henrique Eduardo Alves entrará para a história como outro Henrique Eduardo qualquer que a gente esqueceu ou nem chegou a conhecer.

O terceiro nome na linha sucessória da Presidência da República vai precisar fazer um troço muito grande para que um dia Henrique Eduardo seja um nome tão marcante quanto Marcos Valério, por exemplo, apenas para citar outro que jamais saberíamos quem é não fosse aquela coisa toda.

Ninguém merece!

Shakespeare tinha razão: boa coisa o rei Ricardo III não andou fazendo no século 15 para acabar desse jeito, enterrado sob o asfalto do estacionamento de um shopping em Leicester, na Inglaterra. Vai ver se meteu com aquele ex-marido drogado da Amy Winehouse, né não?!

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