Marca perpetuou relógios de pulso classe AAA

A inauguração do Cidade Jardim, em junho de 2008, fez com que a Rolex apostasse em sua "loja-conceito" no País. Na abertura da tal loja, a mesma assaltada ontem, uma das peças-chave à venda era o modelo Daytona Aço, que até então não era comercializado no Brasil. À época, custava cerca de R$ 21.500.

, O Estado de S.Paulo

08 de junho de 2010 | 00h00

Muitos anos antes, porém, as peças, consideradas símbolo de status e poder, viraram também objeto de desejo de ladrões, com quadrilhas especializadas nos cruzamentos de São Paulo. A marca esteve, em 2007, no centro de uma polêmica envolvendo o apresentador de TV Luciano Huck, que teve o seu levado por assaltantes ? e escreveu para jornais se dizendo revoltado com a violência urbana.

A Rolex foi fundada em 1908, em Genebra, na Suíça, por um alemão, Hans Wilsdorf, que seguiu, até o fim, uma máxima atribuída a ele: "Não queremos ser os maiores, mas os melhores." Numa época em que os relógios de bolso ainda eram a moda, Wilsdorf já planejava colocá-los nos pulsos AAA. E assim foi. O fundador equipou suas peças com tecnologia suíça e nunca mais saiu de moda.

A marca já teve Paul Newman entre seus garotos-propaganda e, desde 2006, deposita no tenista Roger Federer suas apostas de marketing. Acredita-se que o contrato de Federer chegue a US$ 15 milhões em uma década, para que o esportista apareça com um exemplar em coletivas.

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