'Mãozinha' volta às faixas de pedestres

Após uma paralisação no começo do ano, os "mãozinhas" da Prefeitura de São Paulo voltaram a orientar a travessia de pedestres na capital. O projeto faz parte da Campanha de Proteção ao Pedestre da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), cujo objetivo é reduzir as mortes por atropelamento.

BRUNO RIBEIRO, O Estado de S.Paulo

06 Março 2013 | 02h06

O número de agentes na ação aumentou de 800 para mil, segundo a CET. O contrato com os orientadores foi assinado no dia 18. Ontem, já havia orientadores em cruzamentos da região central, como no Viaduto do Chá.

A promessa da Prefeitura agora é manter, simultaneamente, agentes tanto na região central quanto nos bairros da periferia, como nas Estradas do M'Boi Mirim e de Itapecerica (na zona sul), nas Avenidas Sapopemba, Marechal Tito e Ragueb Chohfi (na zona leste). Ao todo, são 22 pontos, escolhidos de acordo com os índices de acidentes. Ampliar o programa era uma promessa de campanha do prefeito Fernando Haddad (PT).

No entanto, outra ação da campanha, as novas placas de identificação de faixa de pedestres, ainda patina. O projeto previa a instalação de cem placas azuis e iluminadas por backlight em cruzamentos, que serviriam para avisar os motoristas sobre a presença da faixa. Elas também têm luzes que iluminam a travessia.

A iluminação, no entanto, ainda não está instalada em cinco locais percorridos pela reportagem. A CET diz, em nota, que a energização está sendo feita aos poucos.

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