Priscila Daniele (@priscila_daniele/Instagram/Reprodução)
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Manhã de terça pós feriado tem trânsito lento em São Paulo

Via com maior congestionamento na capital era a Marginal do Pinheiros; três linhas do Metrô operaram com velocidade reduzida

Raquel Brandão, O Estado de S. Paulo

03 Novembro 2015 | 10h59

SÃO PAULO - A manhã pós feriado de Finados foi de lentidão para o motorista em São Paulo. Além do tráfego intenso nas rodovias que dão acesso à capital, a chuva exigia pisar no freio. Às 9h30, o trânsito na cidade registrava 131 quilômetros de lentidão, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A pior via era a Marginal do Pinheiros, que tinha 12,6 quilômetros de filas na pista expressa, sentido Rodovia Castelo Branco. 

Além do trânsito carregado, a chuva causou redução de velocidade em três linhas do Metrô: 2-Verde, 3-Vermelha  e 5-Lilás. Os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), porém, funcionaram normalmente. 

No centro da cidade, o tráfego também era intenso por causa da manifestação dos motoristas de caminhões-caçamba em frente à Prefeitura contra a nova resolução sobre o descarte de resíduos da construção civil. Desde as 5 horas, os caçambeiros bloqueavam o Viaduto do Chá, as Ruas Boa Vista e Líbero Badaró, até a Praça da Sé. 

Rodovias. As estradas paulistas também tiveram tráfego intenso. A pior delas era a Rodovia Ayrton Senna, que das 7 horas às 9 horas registrava 15 quilômetros de congestionamento. Às 10 horas, a estrada já fluía melhor, com 5 quilômetros de lentidão.

Já a Rodovia Presidente Dutra, que é usada como alternativa por motoristas, não era uma opção muito melhor. Na pista local, ela chegou a registrar 9 quilômetros em diferentes pontos de parada.

Quem vinha do litoral encontrou dificuldades pelas Rodovias Anchieta e dos Imigrantes. Às 8 horas, elas registravam 11 e 12 quilômetros de engarrafamento, respectivamente. A chegada a São Paulo também estava ruim pela Rodovia Régis Bittencourt, que estava travada da região entre as cidades de Itapecerica da Serra e Embu das Artes, totalizando 11 quilômetros de filas de carros. 

Na Bandeirantes, o problema maior era o acesso ao Rodoanel, que somou 8 quilômetros de lentidão. A Anhanguera fluía melhor na chegada à capital, mas o motorista encarava pontos de congestionamento na região de Campinas.

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