Magistrado se diz perseguido por colega de tribunal

Aos 72 anos, aposentado desde 2010, o desembargador Pedro Gagliardi rechaçou com veemência a acusação. "Não adulterei nenhuma tira de acórdão. Vou entrar com habeas corpus para trancar essa ação, que é um absurdo." Ele se diz alvo de perseguição do desembargador José Damião Cogan. "Ele quer infernizar minha vida."

O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2013 | 02h03

Gagliardi destaca que o parecer da Procuradoria de Justiça foi pelo deferimento da justificação criminal. "Nem perdi tempo. Se pegar meu acórdão, vai ver que é texto de um palmo, simples." Ele afirma que não conhecia o advogado Alvaro Nunes Junior, que representa os sucessores de Mauro Henrique Queiroz, nem ninguém da família.

Nunes Junior diz que assumiu a causa "por questão de honra". "Entramos com ação na Fazenda, não foi coisa pensada. Ninguém preparou nada nem comprou ninguém. Sou um simples advogado civilista, tentaram me fazer de idiota. Doutor Gagliardi é magistrado correto, homem honrado. É tudo palhaçada." / F.M.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.