Mãe e padrasto de Joaquim têm sigilo telefônico quebrado

Pessoas próximas ao casal também terão seus telefonemas rastreados; Guilherme Longo volta a ser ouvido nesta terça-feira

Rene Moreira, Especial para o Estado

12 Novembro 2013 | 12h05

FRANCA - Em decisão proferida nesta terça-feira, 12, a Justiça quebrou o sigilo telefônico da mãe e do padrasto do  menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A psícóloga Natalia Mingone Ponte, de 29 anos, e Guilherme Rayme Longo, de 28, estão presos desde domingo, 10, quando o corpo foi encontrado no Rio Pardo, em Barretos. Pessoas próximas ao casal também terão seus telefonemas rastreados.

Guilherme longo volta a ser ouvido nesta terça, 12. Será seu primeiro depoimento após a mudança de posicionamento da mãe, que passou a incriminá-lo.

Câmeras. Imagens de duas câmeras de segurança, o rastro seguido por um cão farejador e os depoimentos da mãe de Joaquim, encontrado morto em um rio no domingo, após seis dias de desaparecimento, reforçam as suspeitas da Polícia Civil de Ribeirão Preto sobre o envolvimento do padrasto no crime. Natalia também é investigada.

O enterro do garoto nessa segunda-feira, 11, reuniu uma multidão em São Joaquim da Barra, cidade da família da mãe. A principal suspeita da polícia é uma possível superdosagem de insulina na criança, que era diabética. Em depoimento prestado após a prisão, no domingo, a mãe mudou sua versão sobre o relacionamento com Longo e revelou ameaças e conflitos envolvendo a criança.

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