Mãe e filha fazem protesto silencioso em Congonhas

Advogada e psicóloga cobram iniciativa do governo após a queda do vôo 3054 da TAM

20 de julho de 2007 | 11h45

No saguão do Aeroporto de Congonhas, duas mulheres protestavam silenciosamente contra a tragédia do vôo 3054 da TAM, que se chocou caiu em Congonhas no começo da noite de terça-feira, 17, deixando pelo menos 190 mortos.   Lista de vítimas do acidente do vôo 3054  O local do acidente  Quem são as vítimas do vôo 3054  Histórias das vítimas do acidente da TAM  Galeria de fotos  Opine: o que deve ser feito com Congonhas?  Cronologia da crise aérea  Acidentes em Congonhas  Vídeos do acidente  Tudo sobre o acidente do vôo 3054   De acordo com a Rádio Eldorado, Lúcia Garcia, advogada de 53 anos e sua filha, Paula Bastos, psicóloga de 26 anos, vestiam roupas pretas e carregavam uma faixa preta com os seguintes dizeres escritos em branco: "Brasileiros. Não vamos deixar o luto ser comum no nosso dia-a-dia. Temos direito à vida".   Paula afirmou que o governo tem o dever de proteger e dar segurança aos cidadãos brasileiros. "Já temos assaltos, seqüestros, e agora essa tragédia aérea. Nós vamos ficar arriscando mais acidentes por aqui? Quantos corpos mais nós vamos ficar contanto?", questionou. "Temos direito à vida e temos direito à tranqüilidade", disse.   Mãe e filha moram em Alphaville e se deslocaram até Congonhas nesta manhã para realizarem o protesto.

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