Mãe de Joaquim também é transferida para presídio de Tremembé

Padrasto do menino havia sido levado para complexo um dia antes

Rene Moreira, Especial para o Estado

07 de janeiro de 2014 | 12h57

FRANCA  - A psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos, mãe do menino Joaquim Ponte Marques, morto em novembro, será transferida nesta terça-feira, 7, para o Complexo Prisional de Tremembé, no Vale do Paraíba. Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, padrasto do menino, já havia sido transferido para o local na noite de segunda-feira, 6.

Natália deve seguir para a penitenciária feminina do complexo. Os dois irão se juntar a outros acusados de cometer crimes de grande repercussão, como o casal Nardoni, condenado pela morte da menina Isabella Nardoni, em 2008.

Na manhã desta terça, Natália deixou a Cadeia Feminina de Franca, onde estava presa, e foi para Ribeirão Preto, onde passará por exames. Em seguida, será levada para Tremembé. Ela é acusada de homicídio doloso, pois não teria evitado que o padrasto aplicasse uma dose excessiva de insulina que teria matado Joaquim.

Tanto a mãe quanto o padrasto negam qualquer participação na morte do garoto. A Justiça, porém, não concedeu a liberdade para ambos. Com isso, eles deverão seguir na prisão até o julgamento do caso, que deve demorar até dois anos para ocorrer, segundo o Ministério Público.

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