Thiago Calazans/Divulgação
Thiago Calazans/Divulgação

Luz para quem tem (muito) estilo

Do modelo retrô ao mais high-tech, que regula a luminosidade de acordo com o ambiente. Basta escolher a que tem sua cara

Valéria França, de O Estado de S.Paulo,

22 Outubro 2011 | 03h02

A haste é longa e longilínea. A cúpula é do mesmo material e em forma de chapéu. Ambas são articuladas e compõem um objeto que mais parece um corpo animado que sairá andando. Este modelo de luminária, o mais popular para leitura, voltou à moda, mas com materiais modernos, mais eficientes e decorativos.

Especializada em projetos de light design e representante no País da marca italiana Artemide, a La Lampe trouxe o abajur Micro Tolomeo (foto). É uma releitura do desenho clássico, fabricado em alumínio anodizado brilhante, material que permitiu o desenvolvimento do modelo em oito cores, cinco bem vibrantes, como verde, vermelho e amarelo. Leve, seu sistema de equilíbrio é feito por molas. A luminária com design de Giancarlo Fassina ganhou vários prêmios, entre eles, o Compasso d'Oro, um dos mais prestigiados da Europa. Custa R$ 1.758.

São várias as releituras. A Hips Retrô tem uma bem feminina, com flores, pintada à mão (R$ 250), que dá um bom efeito decorativo. Na Kare, o modelo Flexi Tuba (R$ 684), de aço inoxidável e plástico, ganhou formas cônicas.

"Foi a introdução do LED, componente eletrônico gerador de luz, erroneamente chamado de lâmpada, que permitiu maior liberdade de criação", diz a arquiteta Nídia Borelli, light design da EUROLight. A empresa tem a Top Four, com quatro LEDs. O material é uma espécie de plástico e o formato, da letra L. Articulações permitem direcionar o foco. O site da EUROLight dá 35% de desconto. Sai por R$ 533,52, a menor.

Mais ousado é o modelo 2 LED Table (R$ 1.635), da Skitsch. De alumínio, a luminária é quadrada e flexível. O fabricante diz que o LED dura 50 mil horas (o equivalente a 5 anos, 8 meses e 15 dias).

"A luminária tem de ter o foco ajustável. E a luz não pode ofuscar os olhos", explica Joice Joppert Leal, diretora executiva do prêmio de design IDEA/Brasil. "Um dos projetos mais criativos é o da luminária Bossa, de Fernando Prado, da Lumini."

Com formato de pêndulo, a Bossa permite ajustar a intensidade da luz e controlar a luminosidade. A peça ganhou oito prêmios. "Tem muita novidade ainda para chegar ao Brasil. Lá fora há luminárias de leitura que são fotossensíveis. Regulam a intensidade da luz conforme a luminosidade do ambiente", diz Joice.

O modelo mais próximo dessa versão no mercado nacional é o Leaf (R$ 1.752), da Herman Miller. De LED, tem design arrojado. Consome 40% menos energia do que uma lâmpada fluorescente e dura 100 mil horas.

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