Lotados, ônibus não paravam

O ponto de ônibus na frente da Estação São Miguel Paulista da CPTM ficou lotado ontem pela manhã e os coletivos também passavam abarrotados de gente. Carmen Freitas, de 44 anos, funcionária da Pinacoteca do Estado, no centro, já tinha perdido três ônibus da linha que sempre usa por causa da falta de espaço. Ela entra no trabalho às 9h, mas, às 7h55, já não tinha esperança de chegar a tempo. "Estou há 45 minutos esperando. Os ônibus demoram para passar e, quando chegam, nem abrem a porta de tão cheios", disse. "Vou chegar, no mínimo, às 10h30. Eles (os ferroviários) estão buscando os seus direitos, mas a gente é que sofre", lamentou.

Felipe Tau, O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2011 | 00h00

No metrô Corinthians/Itaquera, o bancário Marconi Pereira, de 30 anos, perdeu 15 minutos na fila da bilheteria. Ele saiu de casa mais tarde, às 9h, mas enfrentou movimento intenso na estação. "Não teve jeito de escapar."

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