Líderes se negam a unificar a luta salarial com PMs

Representantes do movimento dos bombeiros do Rio negaram ontem a unificação de luta salarial com os PMs e desautorizaram as associações de cabos e soldados a negociar em nome dos presos. "Agradecemos o apoio dos policiais e de toda a população fluminense, mas a prioridade agora é pedir anistia para os bombeiros", disse Cristiane Daciolo, de 38 anos, mulher do cabo Benevenuto Daciolo, líder da greve. As associações divulgaram anteontem uma suposta unificação por um soldo de R$ 2,9 mil. A Associação de Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros não se pronunciou.

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