Lei proíbe alimentar pombos na cidade de Presidente Prudente

Regra entrou em vigor nesta quarta-feira e prevê multa de R$ 418; objetivo da norma é evitar a transmissão de doenças  

Sandro Villar , Especial para O Estado

10 Julho 2014 | 18h08

PRESIDENTE PRUDENTE - A lei que proíbe alimentar pombos entrou em vigor nesta quarta-feira, 9, em Presidente Prudente, no oeste paulista. Quem for flagrado dando comida às aves nas ruas e praças, além de prédios, vai pagar multa de R$ 418,33, que será cobrada daqui a dois meses. Até lá os moradores serão avisados, segundo prevê a lei aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito Milton Carlos de Mello(PTB).

Cerca de 20 placas de orientação serão instaladas nas praças com maior concentração de pombos. "Durante dois meses, vamos orientar as pessoas, com a colocação de placas, especialmente no centro da cidade", resume Marcos Tadeu Cavalcante Pereira, de 49 anos, secretário de Comunicação da Prefeitura.

Evitar doenças transmitidas pelos pombos é o objetivo da lei de autoria do presidente da Câmara de Vereadores, Valmir da Silva Pinto (PTB). Uma das doenças mais conhecidas é a toxoplasmose, infecção que contamina pessoas e mais de 300 espécies de animais, entre elas aves.

Aparelhos sonoros. Além da lei, que fixa a multa após advertência, a cidade de Presidente Prudente tomou outra providência para espantar os pombos. É a instalação de aparelhos sonoros nas duas principais praças do centro. Os dois primeiros equipamentos foram colocados há 20 dias, com bons resultados. As praças estão mais limpas. Ao todo, serão instalados oito aparelhos ao custo de R$ 259 mil.

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