Legista contratado pela defesa dos Nardoni é ouvido em AL

A perita Delma Gama, também contratada pela defesa do casal, ainda deve depor sobre o caso

Ricardo Rodrigues, O Estado de S. Paulo

07 de agosto de 2008 | 09h27

O médico legista George Sanguinetti, que foi contratado pela defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá (acusados de assassinar a menina Isabella de Oliveira Nardoni), depõe nesta quinta-feira, 7, como testemunha de defesa do casal, no Fórum de Maceió (AL). O legista, que ficou nacionalmente conhecido após atuar na investigação da morte de Paulo César Farias, é ouvido por carta rogatória, expedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.   Conheça a cronologia da apuração e as versões para o que aconteceu   O depoimento é tomado pelo juiz Diógenes Tenório, acompanhado por promotores de Alagoas e São Paulo. Entre eles, está o promotor Francisco Cembranelli, responsável pela denúncia contra o casal. O promotor paulista preferiu não se pronunciar antes do fim do depoimento do legista. Em 30 de abril, após depoimentos de testemunhas de defesa e do juízo, Cembranelli destacou ter certeza "de que os acusados pelo crime vão a júri popular". Faltam ainda audiências com mais uma testemunha de defesa, a peritas contratadas pela família Nardoni Delma Gama. Depois disso, estará encerrada a fase de instrução do processo e caberá à Promotoria e à defesa fazerem as considerações finais. Então, o juiz Maurício Fossen decidirá se pronuncia ou não o casal - ou seja, se envia o caso a júri popular ou o arquiva. Habeas corpus   Na terça-feira, 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou o último pedido para a libertação do casal Nardoni – a relatora do caso, a desembargadora Ellen Gracie, negou o pleito do casal. No dia 17, o presidente da Corte, Gilmar Mendes, solicitou informações sobre o caso Isabella ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Alexandre e Anna Carolina estão presos há mais de 80 dias em presídios na região de Tremembé, no interior de São Paulo. A defesa alegava ausência de requisitos legais para a prisão preventiva, apontando violação do princípio constitucional de presunção de inocência. Recursos semelhantes também foram analisados e negados pelo TJ-SP e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). var keywords = "";

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