Leandro de Itaquera tem grandiosidade abalada por problemas

Escola teve ao menos três carros quebrados e terminou desfile correndo para não ultrapassar o tempo limite

Gabriel Vituri - estadao.com.br,

13 Fevereiro 2010 | 02h05

Integrantes da escola correm para fechar os portões na dispersão

 

SÃO PAULO - A Leandro de Itaquera tinha tudo para superar a Imperador do Ipiranga, que abriu os desfiles nesta sexta-feira, 12. No entanto, os carros exuberantes e a estrela de Sandra de Sá foram fortemente abaladas por problemas técnicos inesperados.

 

Veja também:

mais imagens Galeria de fotos do desfile da Leandro

blog Acompanhe o carnaval pelo País no blog

especialCobertura completa da folia na página especial

 

Com ao menos 3 carros quebrados, a escola precisou correr para não ultrapassar o tempo limite - de 65 minutos - e terminou com o presidente, Leandro Alves Martins, levado a uma ambulância após passar mal e quase desmaiar no fim da avenida.

 

 

O primeiro defeito a aparecer foi um dedo quebrado em uma das estátuas que, embora não tenha passado despercebido, também não comprometeu o desfile. A seguir, problemas maiores abalaram a organização da escola. A roda dianteira de um dos carros alegóricos quebrou, sendo necessária a ajuda dos participantes para empurrar o carro até a avenida. Neste momento, um primeiro buraco se formou no desfile e, a partir daí, a Leandro de Itaquera perdeu a cadência.

 

Os 3500 componentes da escola, distribuídos em 22 alas e 5 carros, precisaram correr para não atrasar o desfile, tirando o ritmo ensaiado e constante mantido desde o início.

 

Por fim, o último carro - decisivo - enfrentou um problema nas estruturas de montagem, que se soltaram e precisaram ser remontadas rapidamente. Ao final do desfile, participantes da escola que já haviam cruzado a linha final se aglomeravam e torciam para que os 65 minutos não fossem extrapolados. Mesmo dentro do tempo, a escola não conseguiu manter a harmonia final e pode ter frustrado as expectativas dos mais entusiastas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.