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Lazer e cultura na Biblioteca Pública Amadeu Amaral

Localizada em região tombada no bairro Jardim da Saúde, biblioteca conta com acervo de 28 mil exemplares e serviço de empréstimo

O Estado de S. Paulo

18 Dezembro 2014 | 11h52

 A Biblioteca Pública Amadeu Amaral, construída com padrões arquitetônicos modernistas, está localizada em uma área tombada pelo CONPRESP no Jardim da Saúde, zona sul da capital. Começou a funcionar em 1966, na administração do prefeito José Vicente de Faria Lima, que dá nome à Avenida Faria Lima. Na época, contava com um pequeno acervo apenas para consulta local, distribuído pelos três pavimentos do prédio. 

Passados dez anos desde a inauguração, em 1976, a Biblioteca Ramal Jardim da Saúde, como era conhecida, teve o nome alterado para Biblioteca Amadeu Amaral, em homenagem ao poeta e folclorista paulista. 

Hoje, o acervo conta com aproximadamente 28 mil exemplares, entre livros de literatura e informação, revistas, atlas e conteúdos multimídia. Além dos serviços de empréstimo das obras para moradores da Saúde, a biblioteca promove ainda eventos culturais, como encontros com escritores, exposições, cursos, oficinas e palestras.

Patrono. Filho de jornalista, Amadeu Amaral se envolveu cedo com a profissão. Chegou à capital aos 11 anos para estudar e aos 16 já trabalhava no jornal fundado por seu pai, o Lavoura Comercial. Mais tarde também trabalhou nos jornais O Correio Paulistano e  no Estado.


Publicou seu primeiro livro de poesias em 1899, o Urzes. Em 1919, ocupou a Cadeira 15 da Academia Brasileira de Letras, que antes havia pertencido ao poeta Olavo Bilac. Depois de passar alguns anos no Rio, volta a São Paulo em 1929 e é eleito presidente da Academia Paulista de Letras.

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