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Laudo reforça tese de que gás matou família

O Instituto de Criminalística (IC) constatou que havia uma concentração de monóxido de carbono acima do normal nos corpos das cinco vítimas de uma mesma família encontradas mortas dentro de um apartamento em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, no dia 17 de setembro.

O Estado de S.Paulo

08 de outubro de 2013 | 02h06

Os laudos ainda serão entregues ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), onde o caso é investigado. As vítimas são a enfermeira Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e de seus quatro filhos, de 6, 11, 12 e 16 anos. As mortes, segundo o inquérito, foram provocadas provavelmente por um vazamento no aquecedor de gás do imóvel, que não tinha uma tubulação de escape para a rua e não era o modelo apropriado ao abastecimento por botijão. A polícia chegou a prender o namorado da enfermeira, o boliviano Alex Guidone Pedraza, de 33 anos, que era suspeito de ter envenenado as cinco vítimas.

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