'Lamento ter sido afastado da mídia'

O dedo em riste e o bordão "isto non 'ecziste'" - dito com um forte sotaque espanhol - são as marcas registradas do padre Óscar González Quevedo, que no ano 2000 ocupou o horário nobre da TV brasileira com o quadro O caçador de enigmas, do Fantástico, na Rede Globo. No espaço, padre Quevedo tinha a missão de explicar, por meio da parapsicologia, fenômenos então considerados sobrenaturais.

O Estado de S.Paulo

20 Outubro 2011 | 03h04

O jeito polêmico e as opiniões fortes fizeram do padre jesuíta uma figura conhecida no País, recebendo convites para programas de auditório onde protagonizou duelos memoráveis, como um com Inri Cristo, que diz ser Jesus Cristo reencarnado.

Hoje, perto de completar 81 anos, Quevedo dirige o Centro Latino-americano de Parapsicologia (Clap), no Butantã, zona oeste de São Paulo, onde oferece pós-graduação.

"Lamento muito ter sido afastado da mídia. Pessoas começaram a dizer que eu insultava outras religiões, mas a verdade é que não encontravam formas de me contestar e isso incomodava. No final, já não me deixavam falar", explica.

Quevedo recebe convites para palestras e cursos em todo o Brasil, além de manter no Clap uma vasta biblioteca sobre parapsicologia e um museu com objetos de rituais de magia negra recolhidos por ele próprio. / CIDA ALVES

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