Lama vira poeira. O jeito é usar máscara

Com o forte calor, a lama começou a secar e agora os moradores de Nova Friburgo enfrentam muita poeira, levantada por carros de resgate. Em farmácias do centro, não há mais máscaras à venda.

Flávia Tavares, O Estado de S.Paulo

18 Janeiro 2011 | 00h00

"Vendi 200 em poucas horas", diz Juan Rodrigues, dono de uma farmácia. O modelo que tinha em estoque - que já acabou - era de R$ 0,50. Algumas mais reforçadas chegam a custar R$ 7. "A procura também está grande por bombinhas e medicamentos para doenças respiratórias."

Outra comerciante diz ter vendido 300 máscaras em meia hora. "Não é só o cheiro da lama. A poeira está insuportável", diz Rosangela Andrade. Há bairros em que é comum ver pessoas "sufocadas, cobrindo o rosto com blusas."

A subsecretária de Vigilância em Saúde, Hellen Miyamoto, diz, porém, que não há recomendação para o uso. "As pessoas que reconheciam corpos no IML saíam de máscara e todos acharam que era necessário, mas não é."

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